Esta é a segunda parte do conto, que por algum motivo não veio junto, então está aqui o resto.
Bons pesadelo.
Já havia se passado umas duas semanas que aquilo havia acontencido e eu não me esquecera daquilo, pois as vozes me atormentavam, não importava onde estava, aquilo me seguia, precisava me livrar daquilo logo.
-Bom dia, no que posso ajuda-lo?- Perguntou uma moça.
-Ah, eu estou procurando pela jill, ela está?- Peguntei olhando para dentro de casa, era muito bela, tinha belos armarios olhei para as fotos, entre elas estava uma da Jill, eu estava no endereço certo. De repente me deu uma sensação que algo ruim iria acontecer, eu estava com medo da verdade.
-Bom... - Falou a moça abaixando o rosto - Acho que você não sabe, ela, ela - Percebi que estava chorando.
-Ela era uma boa pessoa - falei tentando conforta-la - Você é a irmã dela?
-Sim. Realmente ela era uma boa pessoa, mas sua paixão pelo terror e o sobrenatural a deixaram louca, e ela acabou enlouquecendo e se matando, ela era tão jovem...- Falou chorando. -Ela me falou de umas vozes, ela dizia que eles iriam pega-la nos sonhos ela dizia que não consequia dormir, na época pensavamos que ela era doida, mas agora sei que não, eu tambem escuto!
O rosto dela esbranqueceu, pensei que desmaiaria, ela murmurou algo como "O maldição voltou", senti um arrepio na espinha.
-É melhor entrar.- Ela parecia que tinha visto um fantasma - Eu não falaria isso se isto não estivesse realmente em perigo.
-Perigo?
-Sim há uma maldição. Há muitos anos havia um asilo, no qual praticavam torturas com as pessoas E tambem as matavam, mas uma delas jurou vingança e disse que as pessoas que a torturarem até a morte, quando ela morreu, os filhos das freiras que o mataram começaram a escutar vozes pedindo ajuda, gritos e ter pesadêlos nos quais eles fugiam de algo gritando porêm nenhum deles disse o que era. Você já teve isso?
-Sim, e o que eu sonho é uma freira gritando que de um jeito ou de outro iria me matar.- Me arrependi de ter dito aquilo por que senti um arrepio percorrer meu corpo e depois um grito "TRAÍDOOOR, MORRAAA". O grito foi tão grande que me fez cair no chão gritando com as mãos no ouvido, me lenvatei e sai gritando pela casa, me jogando por cima de moveis e vidros, eu precisava me matar! Seria o único jeito de parar de escutar, olhei para a irmã de Jill e ela estava deseperada tambem, encontrei minha saída, saí correndo e me joguei na mesa de vidro, as unicas que coisas que me lembro antes disso foi os gritos dela e as risadas da freira "hahaha, eu consequi, hahahaha". Minha visão escureceu e eu apaguei.
Continua...
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